Terceiro dia da FEIPAT 2026 abordou diagnóstico e reabilitação para ampliar a vida útil de edificações
Evento acontece até este sábado (12/9) em São Paulo (SP)
A Feira de Patologia e Qualidade das Construções (FEIPAT) está acontecendo de 9 a 12 de setembro de 2026 no São Paulo Expo, na capital paulista.
Organizada pela Comunidade Adpat de Patologia das Construções (adpat.com.br) e IEG Brasil (iegbrasil.com.br), a FEIPAT é palco das últimas inovações e tendências do setor! São mais de 900 m² exclusivos, reservados especialmente para empresas de patologia das construções, manutenção de edificações e gestão predial de condomínios. Aqui, as empresas têm a oportunidade única de destacar suas soluções inovadoras, estabelecer conexões estratégicas e impulsionar seus negócios.
Os temas que dominaram o terceiro dia foram diagnóstico, prevenção de patologias e estratégias de reabilitação e retrofit para ampliar a vida útil e o desempenho das edificações.
Ao longo do dia, as palestras abordaram diferentes aspectos relacionados à durabilidade, diagnóstico, recuperação e modernização de estruturas e edificações, com foco na prevenção de manifestações patológicas e na preservação do patrimônio construído. Jorge Lima tratou do aumento da vida útil das estruturas de concreto, destacando o uso de pinturas de proteção para reduzir a ação de agentes agressivos, especialmente a carbonatação e os cloretos, que podem comprometer a durabilidade e favorecer a corrosão das armaduras. Enio Pazini apresentou experiências de diagnóstico e reabilitação de obras emblemáticas no Brasil, ressaltando a importância da avaliação das condições existentes e da definição de estratégias adequadas para recuperar o desempenho das estruturas.
Carlos Britez abordou o retrofit do Edifício A Noite, destacando os desafios técnicos da intervenção e atualização de uma edificação existente, enquanto Fabiana Ribeiro apresentou sistemas de fachada ventilada como alternativa de retrofit, com foco no desempenho e na modernização das fachadas. Fabíola Rago discutiu a prevenção de manifestações patológicas e a necessidade de uma abordagem mais abrangente da engenharia, considerando a extensão e as causas dos problemas para evitar sua evolução ou repetição. Encerrando a programação, Antônio Sarasá trouxe uma perspectiva voltada às edificações históricas, estabelecendo um paralelo entre fisiologia e patologia para explicar como interpretar o comportamento das construções e compreender seus sinais, características e processos de deterioração.
Para conferir a cobertura completa do evento, siga @feipat_oficial